Empresas Juniores da UFU preparam alunos da graduação que viverão no Mercado de Trabalho

Em um curto período de tempo, o Movimento Empresa Júnior ganha corpo e se consolida no meio universitário de Uberlândia

Por Eduardo Simões

As Empresas Juniores são organizações administradas por estudantes que estão no processo de graduação. Sem fins lucrativos, essas instituições buscam executar projetos de consultoria na área específica em que o graduando está se formando. Uma “EJ”, como são chamadas pelos acadêmicos, os prepara para diversas situações que poderão ser enfrentadas no mercado de trabalho e acaba tornando-se uma porta de entrada para a prática da futura profissão.

O Movimento Empresa Júnior (MEJ) chegou ao Brasil no ano de 1988, e de lá pra cá já existem mais de 450 empresas filiadas à organização e outras, embora não diretamente associadas, do mesmo nicho mercadológico. Dentro da UFU, existe o Núcleo de Empresas Juniores (NEJ-UFU), que foi criado quando um número significativo de corporações já existia, e tem a tarefa de auxiliar, impulsionar e representar essas empresas no Campus. Ao todo, são 19 dentro da universidade, dentre elas 11 filiadas ao NEJ e 8 ainda não integradas.

O estudante de Engenharia Civil e diretor do NEJ, Rafael Benate Gonçalves, trabalhou dentro da EJ de seu curso (a Constru Soluções) e citou o crescimento individual que ele obteve durante seus quase 2 anos de empresa. “O MEJ me ajudou a entender qual era a minha área de atuação na Engenharia Civil, a entender meu propósito de vida, se o curso que eu estou fazendo era realmente o certo. Foi ali que conheci a parte técnica do curso, e também tive a vivência empresarial que todas as EJs proporcionam”, contou.

O atual diretor do NEJ, Benate também contou suas descobertas pessoais em seu trabalho. “Foi bem bacana experimentar essa sensação de poder empreender e impactar a vida das pessoas. Percebi que é uma coisa que tenho prazer em fazer”, completou.

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Rafael Benate Gonçalves é um dos principais nomes do Núcleo de Empresas Juniores da UFU

Para graduandos da universidade, existem palestras e stands para apresentação das EJs de seus respectivos cursos. Foi assim que o atual Presidente do Conselho do NEJ, José Roberto Martinez, teve seu primeiro contato com o mundo do Movimento Empresa Júnior. Ele trabalhou na Magna, e conta como descobriu e o que aprendeu na EJ do curso de Direito. “Eu participei de um evento sobre propriedade intelectual. A partir dali eu fiquei com vontade de entrar para a Magna. Busquei o processo seletivo e consegui entrar. Na EJ tive experiências que fogem da sala de aula. São três pilares de aprendizado. O de gestão, que é o mundo dos negócios, de aprender a interagir com pessoas. O de projetos, que mostram a execução do Direito na prática. E o de cultura empreendedora, que engloba toda a jornada de formação do aluno na empresa”.

A Pró-reitoria de Extensão e Cultura (PROEX-UFU) é responsável pelo NEJ e por todas as Empresas Juniores da UFU. Ela tem o papel de regulamentar as EJs e dar o suporte que precisam. Sobre essa secretaria, Martinez conta: “A PROEX tem a missão de alinhar, representar e potencializar os resultados de todas as EJs no Campus. O papel de monitoramento e supervisão  fica com o NEJ, que ajuda a suprir os problemas que as empresas enfrentam durante sua caminhada”.

Para maiores informações sobre os projetos e empresas citadas, visite o site do Núcleo de Empresas Juniores, que tem a hospedagem no link http://www.nejufu.com.br/.

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